Bolsonaro, Lula e o triunfo da promoção da democracia pelos EUA. Por Eduardo Vasco
Eduardo Vasco desde Brasil Está amplamente documentado como o imperialismo centralizou ainda mais o aparato do Estado americano a partir do início deste século. Foi uma resposta da principal potência imperialista do mundo à crise capitalista que viria a se materializar em 2008-2009, mas que já apresentava seus primeiros sintomas, como a crise das bolsas asiáticas e as próprias invasões ao Iraque e ao Afeganistão. O governo Bush Jr. estabeleceu uma série de adequações do Estado ao novo período e o poder se centralizou de forma nunca antes vista nas mãos do aparato repressivo, com os órgãos policiais à cabeça. A Lei Patriótica expressou essa centralização e fechamento do regime. O Estado passou por cima das leis existentes para espionar os cidadãos sem ordem judicial, criou-se um departamento do Interior mais poderoso que os órgãos anteriores empregando centenas de milhares de funcionários e foi realizado um investimento multibilionário para elevar o nível do controle do Estado sob...